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sexta-feira, 18 de junho de 2021

Filosofia - Prof. Rodrigo Alonso - Atividade 03 do 2º Bimestre - Redação: Indústria Cultural

Olá, Alunos. A atividade deste semana será baseada na aula do CMSP de 10/06/2021 intitulada "Indústria Cultural".

Com a ascensão do nazismo e a instauração de regimes totalitários pelo mundo, diversos pensadores começam a questionar a promessa fundamental do iluminismo: que com o avanço da razão e da ciência, seríamos capazes de derrotar as trevas, os preconceitos, as superstições e o pensamento irracional. Em vez disso, o que se observou foi a razão sendo utilizada para fins irracionais, mais notadamente no modo industrial e metódico pelo qual o nazismo realizou o extermínio sistemático de milhões de indivíduos. Diversas teorias foram formuladas para explicar o fenômeno do obscurantismo se desenvolvendo em nações pretensamente desenvolvidas intelectualmente. Um conceito formulado por membros da chamada escola de Frankfurt, em especial os pensadores Horkheimer e Adorno na Dialética do Esclarecimento é o de indústria cultural.

A indústria cultural, como formulada por Adorno, não pode ser entendida apenas como indústria de entretenimento, que produz filmes e músicas para consumo, mas em um sentido mais amplo de que, por meio da indústria do entretenimento, entre outras, se produz uma uniformização e padronização de pensamento e comportamento. Por meio da indústria cultural, a consciência da sociedade de massas é formada. Para estes pensadores, é o modo como se padroniza e uniformiza o pensamento de milhões de indivíduos diferentes às custas do desenvolvimento de cada um destes indivíduos.

O tema desta redação é se você é capaz de perceber, em si próprio, os efeitos da indústria cultural.

Não esqueça de fazer um texto argumentativo, com introdução, desenvolvimento e conclusão, que defenda um ponto de vista com argumentos.

Favor enviar a atividade ao google classroom ou pelo e-mail: Rodrigobraga@prof.educacao.sp.gov.br

Filosofia - Prof. Rodrigo Alonso - Atividade 03 do 2º Bimestre - Redação: Esclarecimento e Barbárie

 Olá, alunos. A atividade deste semana será baseada na aula do CMSP de 10/06/2021 intitulada “Esclarecimento e Barbárie”.

Com a ascensão do nazismo e a instauração de regimes totalitários pelo mundo, diversos pensadores começam a questionar a promessa fundamental do iluminismo: que com o avanço da razão e da ciência, seríamos capazes de derrotar as trevas, os preconceitos, as superstições e o pensamento irracional. Em vez disso, o que se observou foi a razão sendo utilizada para fins irracionais, mais notadamente no modo industrial e metódico pelo qual o nazismo realizou o extermínio sistemático de milhões de indivíduos. Diversas teorias foram formuladas para explicar o fenômeno do obscurantismo se desenvolvendo em nações pretensamente desenvolvidas intelectualmente.

Um conceito formulado por membros da chamada escola de Frankfurt, em especial os pensadores Horkheimer e Adorno nas obras Eclipse da Razão e Dialética do Esclarecimento é o de razão instrumental.

A razão instrumental não se preocupa com os fins, não é crítica ou reflexiva, ela apenas age como meio. A razão instrumental se pergunta: "como fazer?" sem se perguntar "o que fazer?" ou "é correto fazer?" ou mesmo "quais as consequências em longo prazo de fazê-lo?".

Esse tipo de razão instrumental, relacionada ao conceito de razão subjetiva, frequentemente é apenas acessório de uma ideologia que lhe dá os fins (a ideologia em si, portanto, não sendo racional) ou então pensa em fins imediatos e individuais, o que gera consequências inesperadas quando milhões de indivíduos agem deste mesmo modo. 

Um exemplo é o trânsito: comprar um carro é bem racional e razoável: é um modo confortável e prático de se locomover. O problema é que quando milhões de pessoas na mesma cidade tomam essa decisão que, individualmente, é racional, o que acontece são longas filas de trânsito e, de repente, ninguém está confortável e todos estão demorando muito mais para chegar em casa do que seria se houvessem menos carros. 

O tema de nossa redação então é, justamente, uma reflexão sobre atos que, individualmente são racionais, mas cujas consequências em larga escala são imprevisíveis ou irracionais.

Não esqueça de fazer um texto argumentativo, com introdução, desenvolvimento e conclusão, que defenda um ponto de vista com argumentos.

Favor enviar a atividade ao google classroom ou pelo e-mail: Rodrigobraga@prof.educacao.sp.gov.br

sexta-feira, 21 de maio de 2021

Filosofia - Prof. Rodrigo Alonso - Atividade 02 do 2º Bimestre - Redação: O Sujeito sob supeita

 Olá, alunos. A atividade desta semana é baseada na aula do dia 20/05 do CMSP: A Desconstrução do Sujeito. Nesta aula, o professor nos traz os pensadores franceses Paul Ricoeur e Michel Foucault para tratar da desconstrução do conceito iluminista de "Sujeito", ou seja, aquele indivíduo cuja principal característica é a razão e que, após ser educado, poderia deixar para trás os preconceitos e andar guiado  pela luz do pensamento racional.

Paul Ricoeur denomina Marx, Nietzsche e Freud como "Mestres da suspeita", pois são estes os filósofos que desafiam este pensamento iluminista.

Para Marx, a realidade material da sociedade determina as ideias. Uma ideia não é defendida por estar mais ou menos certa, mas como reflexo do modo como ele vive, do modo como o trabalho é organizado, de acordo com interesses das diferentes classes sociais e assim por diante.

Para Nietzsche, inspirado por outro filósofo alemão chamado Arthur Schopenhauer, a razão, por diversas vezes, apenas mascara os instintos. É comum, inclusive, que a razão exista não como modo de iluminar e trazer a verdade, mas para criar desculpas para os instintos. A pessoa age por irracionalidade, por um conjunto de forças que ele não consegue explicar ou controlar, e então inventa uma razão para ter agido daquele modo.

Seguindo estes pensadores, Freud desenvolve uma teoria do inconsciente, ou seja, de tudo aquilo que guia nossos atos e que nós não percebemos e, portanto, em grande medida, não controlamos. Assim, uma grande parte de nosso "Eu", de nossa personalidade e dos motivos dos nossos atos, estão escondidos, ocultos e ainda por cima, quando estes desejos se contrariam demais à imagem que criamos de nós mesmos, é comum reprimi-los, jogá-los, assim por dizer, para o inconsciente, de modo que eles continuam nos afetando, mas ainda mais descontrolados.


Nesta redação buscaremos, então, falar sobre este lado escuro da mente humana, sobre estas forças - materiais, biológicas, inconscientes - que guiam nosso "Eu".

É um assunto naturalmente difícil falar sobre aquilo que, justamente, esconde-se sob a percepção, mas não esqueça de manter seu argumento coerente e estruturado, com introdução, desenvolvimento e conclusão.

Favor enviar a atividade ao google classroom ou pelo e-mail: Rodrigobraga@prof.educacao.sp.gov.br

Até a próxima!

Filosofia - Prof. Rodrigo Alonso - Atividade 02 do 2º Bimestre - A Música Como Linguagem da Alma

 "É também por isto que sempre se afirmou ser a música a linguagem do sentimento e da paixão, assim como as palavras são a língua da razão; já Platão a designa 'O movimento da melodia, imitando a paixão da alma', e também Aristóteles afirma: 'Por que os ritmos e as melodias, que são apenas tons, se mostram semelhantes aos estados da alma?'

Como a essência do homem consiste em que sua vontade deseja, é satisfeito e deseja novamente, e assim indefinidamente, e como sua felicidade e bem-estar consistem apenas em que a transição do desejo à satisfação, e desta ao novo desejo, prossiga com rapidez, uma vez que a ausência da satisfação é sofrimento, e a do novo desejo, ansiedade vazia, langor, tédio; assim em conformidade, a essência da melodia é um vagar contínuo, um desvio do tom fundamental, por caminhos mil, não somente em direção aos graus harmônicos, terço e dominante, mas a todo tom, à sétima dissonante e graus ulteriores; mas sempre segue um retorno finito ao tom fundamental; em todos estes caminhos a melodia exprime o impulsionar múltiplo da vontade, porém sempre também mediante o reencontro finito de um grau harmônico, e mais ainda do tom fundamental, a satisfação."

- Arthur Schopenhauer em O Mundo Como Vontade e Como Representação


Olá, alunos.

A nossa segunda atividade deste bimestre é baseada na aula do dia 20/05 do CMSP: Filosofia - Coisa de Bater, em que o professor fala um pouco sobre música e arte.

O desafio dessa redação é produzir um discurso acerca de um tema que é melhor demonstrado: é difícil explicar a música, frequentemente sendo melhor deixá-la falar por si. Mas aqui, não faremos isso.

Nesta redação, sem esquecer de produzir um argumento estruturado, com introdução, desenvolvimento e conclusão, você irá falar sobre a música e os sentimentos que ela causa. Pode falar de modo genérico, sobre uma música que você gosta, um grupo ou artista específico.

Enviar a atividade pelo google classroom ou pelo e-mail: rodrigobraga@prof.educacao.sp.gov.br

Até a próxima!

sexta-feira, 7 de maio de 2021

Filosofia - Prof. Rodrigo Alonso - Atividade 01 do 2° bimestre - Ciência e Senso Comum

 Olá a todos. Esta atividade é baseada na aula do dia 06/05 do CMSP.

Fazer uma redação com o seguinte tema: Ciência e Senso Comum

Essa atividade está no Google Sala de Aula e eu prefiro que seja feita por lá. Caso haja dificuldade de acesso, aceito no e-mail rodrigobraga@prof.educacao.sp.gov.br

Link de convite para as turmas:

1A - https://classroom.google.com/c/Mjg0NjY5MjE1Njcw?cjc=mjeiawc

1B - https://classroom.google.com/c/Mjg1MDMwOTk0NDA5?cjc=rtdm63k

1C - https://classroom.google.com/c/MzIyMTg5NDYyODk2?cjc=zfozz6s

1D - https://classroom.google.com/c/MzIyMjExNDc0OTk3?cjc=wotingx

1E - https://classroom.google.com/c/Mjg1NjIyODY5Mjc5?cjc=4cvu3qo

É um tema bem amplo e pode ser abordado de várias maneiras, mas eu quero que vocês se atentem bastante ao fato de que é um texto argumentativo, ou seja, ele defende uma ideia com razões e argumentos. Então não simplesmente digam as coisas, justifiquem. Os melhores textos são aqueles dedicados a justificar uma única ideia central.

Se atentem também à estrutura do texto. Ele se inicia com uma introdução - que é onde o tema é apresentado - então o tema é desenvolvido nos próximos parágrafos e este desenvolvimento devem levar, enfim, à conclusão.

“O mundo da percepção, isto é, o mundo que nos é revelado por nossos sentidos
e pela experiência de vida, parece-nos à primeira vista o que melhor conhecemos, já que não são necessários instrumentos nem cálculos para ter
acesso a ele e, aparentemente, basta-nos abrir os olhos e nos deixarmos viver
para nele penetrar. Contudo, isso não passa de uma falsa aparência. Eu gostaria de mostrar nessas conversas que esse mundo é em grande medida ignorado por nós enquanto permanecemos em uma postura prática ou utilitária, que foram necessários muito tempo, esforços e cultura para desnudá-lo (...).

O mundo verdadeiro não são essas cores, essas luzes, esse espetáculo sensorial que meus olhos me fornecem, o mundo são as ondas e os corpúsculos dos quais a ciência me fala e que ela encontra por trás dessas fantasias sensíveis" (Merleau-Ponty, Conversas)

Eu só queria atentar para que não escrevam o que vocês acham que eu quero ler, pensem sinceramente sobre o assunto. Eu não vou avaliar sua devoção à ciência, nem nada do tipo, eu vou avaliar apenas se o texto está bem escrito, argumentado e estruturado.
Este é um tema muito complexo e realmente gostaria de tê-lo trabalhado em sala de aula. A ciência é um conjunto de práticas de investigação do mundo por meio de métodos, mas ela não é uma voz única. Na comunidade científica existem consensos, mas também existem debates. E para tornar tudo mais complexo, nos dias de hoje existem debates legítimos e debates de charlatães que se escondem atrás da pluralidade de ideias para simplesmente desinformar.
É muito difícil saber qual é qual e no que confiar. Nessa crise de confiança e incerteza, sobretudo naquilo que deveria ser tão correto como a ciência, é comum decidir que esses cabeções não entendem mais do que eu e você e se refugiar no senso comum.
Há valor no senso comum: práticas, crenças e costumes que, embora não derivados de um método, pode-se argumentar que até então funcionam e que é preciso no mínimo cautela em arriscar a estabilidade social erigida neste senso comum. Mas se a ciência, com seu enorme esforço e trabalho dos seus profissionais, chegam à conclusões que desafiam este senso comum, aí há de se perguntar que tipo de estabilidade é esta que precisa ser preservada às custas dos fatos.

Cautela e humildade também são necessárias na ciência. Os cientistas, por sua vez, também são pessoas e é, enfim, racional criticar a razão.

Aqui parecemos então ir pra lá e pra cá em cima do muro, sem ter certeza no que acreditar e onde depositar a confiança. Por isso é necessário uma reflexão sincera e não apenas tentar adivinhar a resposta que o professor talvez queira ler.

Aguardo seus trabalhos!

Filosofia - Prof. Rodrigo Alonso - Atividade 01 do 2º bimestre - Indivíduo, Identidade e Sujeito

 Olá a todos. Esta atividade é baseada na aula do dia 06/05 do CMSP.

Fazer uma Redação com o seguinte tema: A Construção da Identidade.

Essa atividade está no Google Sala de Aula e eu prefiro que seja feita por lá. Caso haja dificuldade de acesso, aceito no e-mail rodrigobraga@prof.educacao.sp.gov.br

Link de convite para a turma: https://classroom.google.com/c/MzIzMjcxNzYwNDE0?cjc=in27ncp

É um tema bem amplo e pode ser abordado de várias maneiras, mas eu quero que vocês se atentem bastante ao fato de que é um texto argumentativo, ou seja, ele defende uma ideia com razões e argumentos. Então não simplesmente digam as coisas, justifiquem. Os melhores textos são aqueles dedicados a justificar uma única ideia central.

Se atentem também à estrutura do texto. Ele se inicia com uma introdução - que é onde o tema é apresentado - então o tema é desenvolvido nos próximos parágrafos e este desenvolvimento devem levar, enfim, à conclusão.

O tema de construção da identidade, como já dito, é bem amplo.
John Locke aborda o problema da identidade como uma questão de memória, ou seja, sua identidade é o conjunto das experiências que você teve na vida. O "eu", para ele, seria uma espécie de palco, ele próprio vazio e sem características, é apenas o local onde essas experiências ficam juntas e, na medida em que há continuidade entre suas memórias (que você compreende que aquele que fez algo na infância e que fez algo hoje é uma continuação), então isso mantém o todo coeso.
Já Hegel traz para nós uma noção de alteridade onde a sua identidade individual depende da oposição que ela realiza à identidade dos outros. Assim, um "eu" sozinho não tem significado, ele precisa do "eu" dos outros para que, na identificação da diferença se descubra a si próprio, ou seja, você sabe quem você próprio é na diferenciação com o "eu" dos outros.
Em Freud, essa noção de alteridade ganha uma dimensão de continuidade entre os diferentes seres. Para Freud, você forma sua identidade observando os outros e aí absorvendo o que esses outros fazem dentro da sua própria identidade. Você vê sua família agindo de tal maneira, seus amigos agindo de tal maneira, alguma celebridade agindo de tal maneira e aí você incorpora elementos das identidades destas pessoas na sua própria.
Enfim, o mundo contemporâneo vai trazer muitas visões diferentes sobre identidade e sua relação com a política, mas uma abordagem interessante é a de Judith Butler que, de certo modo, retoma Locke e afirma que o "eu" como um conjunto de predicados, mas adiciona à este elemento a liberdade e ação (individual, coletiva e política) e faz com que estes predicados que ideologicamente se fazem sólidos (homem/mulher, cis/trans, branco/negro, hetero/homossexual) são construídos, tanto no indivíduo quanto na sociedade, pela ação livre dos sujeitos e que a identidade é construída no jogo entre aquilo que a sociedade diz para você que são esses predicados (homens devem se comportar de tal e tal modo, brancos são assim, negros se comportam dessa maneira) e o modo como você age de acordo com sua liberdade, sendo que ambos informam uns aos outros, ou seja, é inescapável que o modo como a sociedade diz que você deve se comportar influencie como você se comporta, mas essa influência não é total e você é capaz de, agindo diferente, por sua vez, ressignificar o predicado.

Essas abordagens indicam a variedade do tema e, como sempre, não estou aqui para julgar qual é a resposta correta ou errada, mas vou avaliar sim como o texto é construído e argumentado.

Até a correção!

segunda-feira, 8 de março de 2021

Filosofia - Prof. Rodrigo Alonso - Aula 3 - Instintos e Civilização em Nietzsche

 Olá, alunos!

Iniciamos este nosso ano em ensino híbrido. O que significa que trabalharemos certas questões online e as aprofundaremos em conversa quando estivermos juntos presencialmente.

Nossas aulas também acompanharão o Centro de Mídia SP que pode ser acessado tanto pelo app CMSP no telefone celular quanto pelo site https://centrodemidiasp.educacao.sp.gov.br/ ou no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=a-98PsZ52Cs

A atividade deste semana será baseada na aula de 25/02/2021 intitulada “Instintos e Civilização em Nietzsche”. Na aula, a professora faz um panorama muito interessante do pensador Friedrich Nietzsche e da relação entre civilização e os instintos apolíneos e dionisíacos.

Como a atividade da semana passada foi mais trabalhosa, desta semana é simples. Leia o trecho abaixo de “Ecce Homo” e me diga se concorda ou discorda e por qual motivo.

“Minha fórmula para a grandeza no homem é amor fati [amor ao destino]: nada querer diferente, seja para trás, seja para a frente, seja em toda a eternidade. Não apenas suportar o necessário (...) mas amá-lo...”

Tente elaborar um pouco e até semana que vem!

Filosofia - Prof. Rodrigo Alonso - Aula 3 - Ética e Moral

 Olá, alunos!

Iniciamos este nosso ano em ensino híbrido. O que significa que trabalharemos certas questões online e as aprofundaremos em conversa quando estivermos juntos presencialmente.

Nossas aulas também acompanharão o Centro de Mídia SP que pode ser acessado tanto pelo app CMSP no telefone celular quanto pelo site https://centrodemidiasp.educacao.sp.gov.br/

A atividade deste semana será baseada na aula de 25/02/2021 intitulada “Ética e Moral”, que pode ser encontrada também no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=4sexh48lLUc
“O homem busca ser feliz. A felicidade é o maior de todos os bens, e esse é o pensamento de todos os seres humanos, independente de ser um homem comum ou de um grande pensador. Desse modo, o bem viver e o bem agir é identificado com o ser feliz, ou seja, é uma ação conforme a virtude, visando o melhor. E a virtude está no meio termo entre os extremos, ou seja, evitar os excessos.”

Você concorda ou discorda? Por quê? Tente elaborar a resposta.

Espero vê-los em breve para que possamos conversar sobre estes assuntos interessantíssimos pessoalmente na sala de aula!

Até semana que vem!

segunda-feira, 1 de março de 2021

Filosofia - Prof. Rodrigo Alonso - Aula 2 - Autonomia e Liberdade

 



Olá, alunos!

Iniciamos este nosso ano em ensino híbrido. O que significa que trabalharemos certas questões online e as aprofundaremos em conversa quando estivermos juntos presencialmente.

Nossas aulas também acompanharão o Centro de Mídia SP que pode ser acessado tanto pelo app CMSP no telefone celular quanto pelo site https://centrodemidiasp.educacao.sp.gov.br/ ou assistindo o vídeo acima.
A atividade deste semana será baseada na aula de 18/02/2021 intitulada “Autonomia e Liberdade”

A atividade desta semana é uma redação com o seguinte tema:
Liberdade, autonomia e solidariedade

Por favor, elabore um texto com introdução, desenvolvimento e conclusão. Se tiver dificuldades, uma regra rápida (que inclusive ajuda no vestibular) é:

No primeiro parágrafo introduzimos o tema, dizemos um pouco sobre a ideia que vamos defender.
Nos próximos 3 ou 4 parágrafos, defendemos uma ideia. Lembre-se que não basta só falar sobre um tema, assuma uma posição, defenda uma ideia com argumentos.
E no último parágrafo, nós mostramos como aquilo desenvolvido no resto do texto leva à conclusão que queremos.

Além disso, cada um destes termos - liberdade, autonomia e solidariedade - podem exigir uma pesquisa, mas assistindo a aula do centro de mídias, é possível ter uma boa noção introdutória.

Então, mais uma vez. A atividade é uma redação com o tema: Liberdade, autonomia e solidariedade.

Defenda uma ideia, não tente adivinhar o que o professor quer ler e não tenha medo de estar errado, o principal é sua capacidade de defender uma ideia com argumentos. Se sustente nos seus argumentos e estruture bem seu texto que tudo dará certo.

Favor enviar a atividade ou suas dúvidas para o seguinte e-mail: Rodrigobraga@prof.educacao.sp.gov.br

Até semana que vem!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Filosofia - Prof. Rodrigo Alonso - Aula 2 - História da Filosofia e Campos de Investigação

 


Olá, alunos!


Iniciamos este nosso ano em ensino híbrido. O que significa que trabalharemos certas questões online e as aprofundaremos em conversa quando estivermos juntos presencialmente.


Nossas aulas também acompanharão o Centro de Mídia SP que pode ser acessado tanto pelo app CMSP no telefone celular quanto pelo site https://centrodemidiasp.educacao.sp.gov.br/ ou assistindo o vídeo acima.

A atividade deste semana será baseada na aula de 18/02/2021 intitulada “Filosofia - História e Campos de Investigação”.


Na aula, a professora menciona os diferentes períodos da história da filosofia e alguns diferentes campos de investigação (existem mais!).


A atividade de hoje é um pouco mais extensa, mas bem necessária para o decorrer do nosso curso.


Faça uma pesquisa sobre cada período da filosofia: 

  • Filosofia Antiga

  • Filosofia Medieval

  • Filosofia Moderna

  • Filosofia Contemporânea

Nesta pesquisa deve conter: 

  • as principais questões filosóficas de cada período 

  • os principais filósofos de cada período.


Então faça uma pesquisa sobre qual é o objeto de estudos de cada um destes campos de investigação: 

  • Epistemologia

  • Ética

  • Estética

  • Filosofia Política

  • Filosofia da Ciência

E pelo menos um exemplo de filósofo que estuda cada uma destas áreas.


Eu sei que é uma atividade que exige mais trabalho, mas ela vai fazer seus próximos 3 anos de aulas de filosofia muito mais fáceis. E caso você ainda não esteja odiando demais o professor, diz pra mim qual tópico da sua pesquisa te interessou mais! Se tiver algum período ou campo de investigação ou filósofo que chamou sua atenção, vou adorar saber!


Favor enviar as atividades para o e-mail Rodrigobraga@prof.educacao.sp.gov.br


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Filosofia - Prof. Rodrigo Alonso - Aula 1 - As Origens da FIlosofia e a atitude filosófica: os períodos e os campos de investigação da atividade filosófica

 

Olá, alunos! Iniciamos este nosso ano em ensino híbrido. O que significa que trabalharemos certas questões online e as aprofundaremos em conversa quando estivermos juntos presencialmente. Nossas aulas também acompanharão o Centro de Mídia SP que pode ser acessado tanto pelo app CMSP no telefone celular quanto pelo site https://centrodemidiasp.educacao.sp.gov.br/ ou então simplesmente assistindo o vídeo acima. A atividade deste semana será baseada na aula de 11/02/2021 intitulada “A filosofia e o filosofar”.

Ao assistir, perguntas serão realizadas. A atividade desta semana é respondê-las: 1 - Qual a importância do amor, da sabedoria e da reflexão para nossa vida? 2 - Em quais situações você percebe que a falta de sabedoria e de reflexão é prejudicial para a vida pessoal ou para a sociedade?


Favor enviar as respostas para o e-mail Rodrigobraga@prof.educacao.sp.gov.br É possível responder às perguntas sem ter assistido à aula, mas elas fazem muito mais sentido se você assisti-la e há nela conteúdo muito importante para as aulas seguintes, também. Assim que possível, estarei disponibilizando também o material apresentado nesta aula para auxiliar nos estudos e, como sempre, qualquer dúvida, por favor deixar um comentário ou me enviar um e-mail. O que você preferir. Espero vê-los em breve para que possamos conversar sobre estes assuntos interessantíssimos pessoalmente na sala de aula! Até semana que vem!



OPCIONAL

O professor do Centro de Mídias menciona algumas possíveis teorias sobre o início da história da filosofia.
Abaixo tem uma das mais interessantes, do amigo de todos os adolescentes confusos com a vida, Friedrich Nietzsche.
Não vou cobrar, nem nada, mas é uma leitura muito interessante e se você tiver um tempinho livre e gostar de filosofia, recomendo o começo pelo menos, o capítulo I que vai das páginas 3 até a 6.
Aqui, Nietzsche oferece uma interpretação única onde a filosofia é consequência da força e saúde de um povo
Caso leia e tenha alguma dúvida (o que é absolutamente normal quando se confrontando com um texto destes) ou comentário, mesma coisa da matéria principal: deixe um comentário aqui no blog ou me envie um e-mail.

Filosofia - Prof. Rodrigo Alonso - Aula 1 - Introdução à Ética: o Eu Racional


Olá, alunos! Iniciamos este nosso ano em ensino híbrido. O que significa que trabalharemos certas questões online e as aprofundaremos em conversa quando estivermos juntos presencialmente.

Nossas aulas também acompanharão o Centro de Mídia SP que pode ser acessado tanto pelo app CMSP no telefone celular quanto pelo site https://centrodemidiasp.educacao.sp.gov.br/ ou então simplesmente assistindo o vídeo acima. A atividade deste semana será baseada na aula de 11/02/2021 intitulada “Introdução à Ética: o Eu Racional” Ao assistir, perguntas serão realizadas. A atividade desta semana é respondê-las: 1 - Quais são os maiores problemas da sua realidade social? 2 - O fato de sermos pensantes determina que a realidade social é tal e qual cada um de nós pensa? Por quê? Favor enviar as respostas ao e-mail Rodrigobraga@prof.educacao.sp.gov.br

É possível responder às perguntas sem ter assistido à aula, mas elas fazem muito mais sentido se você assisti-la e há nela conteúdo muito importante para as aulas seguintes, também. Além disso, há uma outra atividade no final que talvez seja interessante fazermos com a aula presencial. Então se você assistir à aula no centro de mídias, já pode ir pensando nela! Assim que possível, estarei disponibilizando também o material apresentado nesta aula para auxiliar nos estudos e, como sempre, qualquer dúvida, por favor deixar um comentário ou me enviar um e-mail. O que você preferir. Espero vê-los em breve para que possamos conversar sobre estes assuntos interessantíssimos pessoalmente na sala de aula!

OPCIONAL


A dúvida metódica de René Descartes, que leva ao "Penso, logo existo" que é mencionado no vídeo do Centro de Mídia, é o movimento filosófico que muitos consideram ser o divisor de águas que encerra a filosofia média e inicia a filosofia moderna.

Dado sua importância, é um assunto que costuma cair muito no vestibular, mas também se você só se interessar por filosofia porque é divertido, então a dúvida metódica é um destes momentos que você vai encontrar referência o tempo inteiro. Muitos pensadores, direta ou indiretamente, dialogam com estes argumentos, seja para expandi-lo ou para refutá-lo.

Então a dúvida metódica ou método cartesiano ou argumento do cogito (de Cogito Ergo Sum ou Penso, Logo Existo) é opcional para ganhar pontinhos nessa aula, mas saber dele facilita muito sua vida filosófica daqui pra frente. Além do que é o tipo de coisa que às vezes causa crise existencial e essas são sempre boas.