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ATIVIDADES (Ensino Fundamental II)

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sexta-feira, 25 de junho de 2021

Plantão tira dúvidas pelo Google Meet 2° D Professor Eduardo Guerreiro História

 Pessoal interessado em participar de um tira dúvidas de meet amanhã Segunda-feira 10 horas. 


https://meet.google.com/lookup/cngjpg3avv?authuser=1&hs=179

Plantão tira dúvidas pelo Google Meet com o 2° C Professor Eduardo Guerreiro História

 Pessoal interessado em participar de um tira dúvidas de meet amanhã Segunda-feira 9 horas. 


https://meet.google.com/lookup/cregiib4yx?authuser=1&hs=179

Atividades 1, 2 e 3 Segundo Bimestre História Professor Eduardo Guerreiro 3 ° Ano A


mandar as atividades para o e-mail eduardoguerreiro@prof.educacao.sp.gov.br

Ativ. 1 

1. (Uel 2016)  A ópera-balé Os Sete Pecados Capitais da Pequena Burguesia, de Kurt Weill e Bertold Brecht, composta em 1933, retrata as condições dessa classe social na derrocada da ordem democrática com a ascensão do nazismo na Alemanha, por meio da personagem Anna, que em sete anos vê todos os seus sonhos de ascensão social ruírem. A obra expressa a visão marxista na chamada doutrina das classes.



Em relação à doutrina social marxista, assinale a alternativa correta.
a) A alta burguesia é uma classe considerada revolucionária, pois foi capaz de resistir à ideologia totalitária através do controle dos meios de comunicação.   
b) A classe média, integrante da camada burguesa, foi identificada com os ideais do nacional-socialismo por defender a socialização dos meios de produção.   
c) A pequena burguesia ou camada lúmpen é revolucionária, identificando a alta burguesia como sua inimiga natural a ser destruída pela revolução.   
d) A pequena burguesia ou classe média é uma classe antirrevolucionária, pois, embora esteja mais próxima das condições materiais do proletariado, apoia a alta burguesia.   
e) O proletariado e a classe média formam as classes revolucionárias, cuja missão é a derrubada da aristocracia e a instauração do comunismo.    
 
2. (Espcex (Aman) 2016)  Observe as ideias de três pensadores da Idade Moderna.


- Adam Smith (escocês), em sua obra A riqueza das nações, afirmava que a única fonte de riqueza era o trabalho, e não a terra.
- A ideia central da doutrina de Karl Marx (alemão) é que a “história das sociedades humanas é a história da luta de classes”.
- Thomas Malthus (inglês), em sua obra Ensaio sobre o princípio da população, escreveu que a natureza impõe limites ao progresso material, já que a população cresce em progressão geométrica, enquanto a produção de alimentos aumenta em progressão aritmética.


Pode-se afirmar que
a) os três pensadores defendem o liberalismo clássico.   
b) as três ideias propõem a ditadura do proletariado.   
c) Adam Smith propõe o liberalismo clássico, Thomas Malthus e Karl Marx, o socialismo utópico.    
d) Thomas Malthus e Adam Smith defendem o pensamento liberal clássico e Karl Marx foi um dos autores do socialismo científico.   
e) Karl Marx e Adam Smith são considerados anarquistas, e Thomas Malthus, socialista utópico.   
  
3 . (Uel 2007) O quadro a seguir, criado pelo italiano Giuseppe Pellizza, é uma expressiva representação da emergência dos movimentos sociais no final do século XIX, ao mostrar uma multidão de trabalhadores que, determinadamente, avança para reivindicar seus direitos. Esse fenômeno de desenvolvimento das organizações coletivas, como o movimento sindical e os partidos políticos, teve início na Europa e Estados Unidos do século XIX, espalhando-se por todo o mundo ocidental.


Qual das afirmativas a seguir corresponde às condições sociais daquele período?



a) A rígida estratificação social impedia que os camponeses procurassem trabalho fora dos limites feudais. 
b) A estagnação do setor econômico-produtivo, centralizado num mundo agrário incapaz de atender às necessidades humanas de subsistência. 
c) Leis trabalhistas que reconheciam os direitos dos homens, mulheres e crianças. 
d) As péssimas condições de vida dos mais pobres, com longas jornadas de trabalho e precárias condições de habitação. 
e) A expansão dos governos democráticos, abertos à participação popular e à inclusão dos mais pobres na política. 


 4 . (Uefs 2018) Uma política foi sendo aos poucos colocada em prática, desde 1919, pelos países vencedores na Primeira Guerra Mundial: não intervir, porém conter o bolchevismo. Formar uma “barragem contínua”, apoiando-se no exército polonês e no exército romeno. Era o primeiro esboço do mais tarde chamado “cordão sanitário”.
(Jean-Jacques Becker. O Tratado de Versalhes, 2011. Adaptado.)
O historiador alude, implicitamente,
a) à irrelevância da revolução russa nas relações internacionais.
b) à ausência de plano no combate dos capitalistas ao socialismo soviético.
c) à aliança entre nações capitalistas e forças czaristas no combate ao socialismo.
d) à defesa pelo Ocidente das liberdades democráticas nos estados socialistas.
e) à consolidação da revolução socialista na Rússia soviética.


Ativ. 2

1(Aprender – adaptado) Em 1932, o governo estadunidense de Franklin Roosevelt empreendeu um plano econômico para controlar a crise econômica iniciada com a quebra da bolsa de valores em 1929. Como esse plano ficou conhecido e qual sua principal característica?
a) New Deal, propôs a intervenção do Estado na economia.
b) Plano Marshall, desenvolveu a economia investindo na recuperação europeia pós-Primeira Guerra.
c) Doutrina Monroe, expandiu o mercado para a América Latina.
d) Doutrina Truman, evitou a expansão do comunismo.
e) Macartismo, promoveu uma reforma política no país


2(UFES) O colapso deflagrado no mundo pela crise financeira dos anos 20 teve como principal ato o craque da Bolsa de Valores de Nova York, em outubro de 1929. Como consequência dessa crise, podemos destacar:
a) os preços e salários subiram, aumentando a oferta de empregos na área industrial europeia.
b) a Europa recuperou sua prosperidade com altos investimentos dos fundos particulares norte-americanos.
c) o Brasil manteve-se fora da crise com contínuos aumentos das exportações do café.
d) o mundo todo foi afetado drasticamente, quando a Inglaterra abandonou o padrão-ouro, permitindo a desvalorização da libra.
e) nos primeiros anos da década de 30, a indústria alemã duplicou a sua produção, acarretando o crescimento do comércio mundial.


3(Vunesp) No fim da década de 20, anos de prosperidade, uma grave crise econômica, conhecida como a Grande Depressão, começou nos EUA e atingiu todos os países capitalistas. J. K. Galbraith, economista norte-americano, afirma que “à medida que o tempo passava tornava-se evidente que aquela prosperidade não duraria. Dentro dela estavam contidas as sementes de sua própria destruição.” (Dias de boom e de desastre in J.M. Roberts (org), História do Século XX.).
A aparente prosperidade pode ser percebida nas seguintes características:
a) o aumento da produção automobilística, a expansão do mercado de trabalho e a falta de investimentos em tecnologia.
b) a destruição dos grandes estoques de mercadorias, o aumento dos preços agrícolas e o aumento dos salários.
c) a cultura de massa com a venda de milhões de discos, as dívidas de guerra dos EUA e o aumento do número de empregos.
d) a crise de superprodução, a especulação desenfreada nas bolsas de valores e a queda da renda dos trabalhadores.
e) o aumento do mercado externo, o mito do American way of life e a intervenção do Estado na economia.


4(AGIRH - adaptado) Entre os anos de 1904 e 1905, uma série de derrotas militares do Império Russo em guerra contra o Japão abalou a já fragilizada base do governo czarista de Nicolau II. Essas derrotas pioraram ainda mais as condições de vida da maioria da população pobre e miserável. No dia 22 de janeiro de 1905, trabalhadores russos organizaram uma manifestação pacífica para reivindicar melhores salários e redução da jornada de trabalho. O czar ordenou que os guardas imperiais reprimissem os manifestantes, matando centenas de homens, mulheres e crianças. Esse episódio ficou conhecido como:
a) Domingo Sangrento.
b) Revolução Vermelha.
c) Revolução Branca.
d) Revolução Soviete.
e) Revolução Menchevique.

Ativ 3 

1(Enem/2017) Após a Declaração Universal dos Direitos Humanos pela ONU, em 1948, a Unesco publicou estudos de cientistas de todo o mundo que desqualificaram as doutrinas racistas e demonstraram a unidade do gênero humano. Desde então, a maioria dos próprios cientistas europeus passou a reconhecer o caráter discriminatório da pretensa superioridade racial do homem branco e a condenar as aberrações cometidas em seu nome.
SILVEIRA, R. Os selvagens e a massa: papel do racismo científico na montagem da hegemonia ocidental. Afro-Ásia, n. 23, 1999 (adaptado).
A posição assumida pela Unesco, a partir de 1948, foi motivada por acontecimentos então recentes, dentre os quais se destacava o(a)
a) ataque feito pelos japoneses à base militar americana de Pearl Harbor.
b) desencadeamento da Guerra Fria e de novas rivalidades entre nações.
c) morte de milhões de soldados nos combates da Segunda Guerra Mundial.
d) execução de judeus e eslavos presos em guetos e campos de concentração nazistas.
e) lançamento de bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki pelas forças norte-americanas.


2Antes mesmo que a Segunda Guerra Mundial se iniciasse, japoneses e soviéticos estiveram em batalha durante os meses de maio e agosto de 1939, no que ficou conhecido como Batalha de Khalkhin Gol. Uma das consequências dessa batalha foi:
a) alertou Stalin acerca das fragilidades das defesas de fronteira da União Soviética.
b) ampliou os expurgos promovidos no Exército Vermelho por Stalin.
c) fortaleceu a corrente no governo japonês que defendia um ataque contra os EUA no sul do Pacífico.
d) incentivou o deslocamento das indústrias soviéticas para o oeste, na fronteira com a Polônia.
e) incentivou o esvaziamento da Manchúria por parte do exército japonês.


3A respeito do Dia D, qual das alternativas abaixo não corresponde ao nome de uma praia de desembarque estabelecida pelos Aliados?
a) Sword
b) Eagle
c) Juno
d) Omaha
e) Gold


4O historiador Thomas Skidmore afirma que a classe média brasileira na década de 1930 era o maior esteio do constitucionalismo liberal. Essa classe média tinha como grande exigência a reforma do sistema eleitoral brasileiro para que fossem garantidas eleições sem fraude.
A defesa do constitucionalismo e a exigência por eleições sem fraude foram motivações que deram início
a) ao golpe do Estado Novo.
b) à Intentona Comunista
c) à Intentona Integralista
d) à Revolução Constitucionalista de 1932
e) à Revolta Paulista de 1924

Atividades 1,2 e 3 / 2° Bimestre História Professor Eduardo Guerreiro ( 2° Anos A,B,C e D)

Mandar as atividades p/ e-mail eduardoguerreiro@prof.educacao.sp.gov.br

 Ativ.1

1. (PUC-MG) Relacionam-se às viagens marítimas europeias dos séculos    XV e   XVI, exceto:

a) o desenvolvimento de técnicas náuticas;
b) o estabelecimento de novas rotas comerciais;
c) o enfraquecimento dos Estados Absolutistas;
d) a implantação das práticas mercantilistas.


2 – (USS) – “Sem dúvida, a atração para o mar foi incentivada pela posição geográfica do país, próximo às ilhas do Atlântico e à costa da África. Dada a tecnologia da época, era importante contar com correntes marítimas favoráveis, e elas começavam exatamente nos portos portugueses… Mas há outros fatores da história portuguesa tão ou mais importantes.”

Assinale a alternativa que apresenta outros fatores da participação portuguesa na expansão marítima e comercial europeia, além da posição geográfica:

a) O apoio da Igreja Católica, desde a aclamação do primeiro rei de Portugal, já visava tanto à expansão econômica quanto à religiosa, que a expansão marítima iria concretizar.
b) Para o grupo mercantil, a expansão marítima era comercial e aumentava os negócios, superando a crise do século. Para o Estado, trazia maiores rendas; para a nobreza, cargos e pensões; para a Igreja Católica, maior cristianização dos “povos bárbaros”.
c) O pioneirismo português deve-se mais ao atraso dos seus rivais, envolvidos em disputas dinásticas, do que a fatores próprios do processo histórico, econômico, político e social de Portugal.
d) Desde o seu início, a expansão marítima, embora contasse com o apoio entusiasmado do grupo mercantil, recebeu o combate dos proprietários agrícolas, para quem os dispêndios com o comércio eram perdulários.
e) Ao liderar a arraia-miúda na Revolução de Avis, a burguesia manteve a independência de Portugal, centralizou o poder e impôs ao Estado o seu interesse específico na expansão.


3 – (UEL-PR) – Para compreender a expansão marítima nos séculos XV e XVI, é necessário considerar a importância da cartografia. Sobre o tema, é correto afirmar que os cartógrafos representaram o mundo:


a) ignorando a hagiografia medieval e as crenças na existência de monstros marinhos e de correntes de ventos nos oceanos.
b) valendo-se de conhecimentos acumulados e transmitidos por meio da filosofia, da astronomia e da experiência concreta.
c) confirmando os conhecimentos estáticos sobre o planeta, resultante da observação direta dos espaços desconhecidos.
d) desconhecendo o valor político de sua arte de cartografar para os rumos da rivalidade castelhano-portuguesa.
e) anotando nos mapas pontos geográficos, longitudes e latitudes com exímia precisão, em função dos eficazes instrumentos de navegação.


4 – (Cesgranrio) – Acerca da expansão marítima comercial implementada pelo Reino Português, podemos afirmar que:

a) a conquista de Ceuta marcou o início da expansão, ao possibilitar a acumulação de riquezas para a manutenção do empreendimento.
b) a conquista da Baía de Arguim permitiu a Portugal montar uma feitoria e manter o controle sobre importantíssima rota comercial intra-africana.
c) a instalação da feitoria de São Paulo de Luanda possibilitou a montagem de grande rede de abastecimento de escravos para o mercado europeu.
d) o domínio português de Piro e Sidon e o consequente monopólio de especiarias do Oriente Próximo tornaram desinteressante a conquista da Índia.
e) a expansão da lavoura açucareira escravista na Ilha da Madeira, após 1510, aumentou o preço dos escravos, tanto nos portos africanos quanto nas praças brasileiras.

Ativ.2 

1 (Fuvest) No século XVI, a conquista e ocupação da América pelos espanhóis:
a)      desestimulou a economia da metrópole e conduziu ao fim do monopólio de comércio.
b)      contribuiu para o crescimento demográfico da população indígena, concentrada nas áreas de mineração.
c)      eliminou a participação do Estado nos lucros obtidos e beneficiou exclusivamente a iniciativa privada.
d)     dizimou a população indígena e destruiu as estruturas agrárias anteriores à conquista.
e)      impôs o domínio político e econômico dos criollos.



2 Os espanhóis chegaram ao continente americano em 1492, com o navegador genovês Cristóvão Colombo no comando das naus. Entretanto, a colonização só tomou fôlego com a descoberta dos metais preciosos nas áreas das grandes civilizações pré-colombianas, principalmente depois das expedições de Hernán Cortéz. A ação deste conquistador espanhol ocorreu sobre qual povo e em qual região do continente americano:
a)      Sobre os incas, na região andina.
b)      Sobre os Astecas, nos territórios onde hoje se localiza o México.
c)      Sobre os maias, na região amazônica.
d)     Sobre os tupis-guaranis, na bacia do Prata.


3 Explique sucintamente os motivos que levaram os espanhóis a subjugarem as civilizações pré-colombianas, mesmo sendo numericamente inferiores.





4 (FEI-SP) As duas principais atividades econômicas que Portugal e Espanha incentivaram na América, no início da colonização, foram, respectivamente:
a)      cacau na América portuguesa e a mineração da prata e do ouro na América espanhola.
b)      a mineração na América Portuguesa e a monocultura do tabaco na América espanhola.
c)      a monocultura da cana de açúcar na América portuguesa e a pecuária na América espanhola.
d)     a monocultura da cana de açúcar na América portuguesa e a mineração de ouro e de prata na América espanhola.
e)      a monocultura do algodão na América portuguesa e a pecuária na América espanhola.


Ativ. 3 

1 (MACK) O período em que Oliver Cromwell dirigiu a Inglaterra, decretando, entre outros, o Ato de Navegação que consolidou a marinha inglesa em detrimento da holandesa, ficou conhecido como:
a) Monarquia Absolutista
b) Monarquia Constitucional
c) Restauração Stuart
d) República Puritana
e) Revolução Gloriosa


2 (UERJ 2009 - Modificada) “O rei é vencido e preso. O Parlamento tenta negociar com ele, dispondo-se a sacrificar o Exército. A intransigência de Carlos, a radicalização do Exército, a inépcia do Parlamento somam-se para impedir essa saída "moderada"; o rei foge do cativeiro, afinal, e uma nova guerra civil termina com a sua prisão pela segunda vez. O resultado será uma solução, por assim dizer, moderadamente radical (1649): os presbiterianos são excluídos do Parlamento, a câmara dos lordes é extinta, o rei decapitado por traição ao seu povo após um julgamento solene sem precedentes, proclamada a república; mas essas bandeiras radicais são tomadas por generais independentes, Cromwell à testa, que as esvaziam de seu conteúdo social.” (RENATO JANINE RIBEIRO. In: HILL, Christopher. "O mundo de ponta-cabeça: ideias radicais durante a Revolução Inglesa de 1640". São Paulo: companhia das letras, 1987).
O texto faz menção a um dos acontecimentos mais importantes da Europa no século XVII: a Revolução Puritana (1642-1649). A partir daquele acontecimento, a Inglaterra viveu uma breve experiência republicana, sob a liderança de Oliver Cromwell. Dentre suas realizações mais importantes, destaca-se a decretação do primeiro Ato de Navegação. A determinação do Ato de Navegação consistia em:
a) não permitir que nenhuma matéria-prima de origem asiática entrasse na Inglaterra.
b) não permitir que nenhuma embarcação estrangeira atracasse no litoral inglês;
c) permitir que os portos ingleses fossem usados livremente por outras nações;
d) permitir que os holandeses usufruíssem da frota marítima inglesa.
e) não permitir que as frotas marítimas inglesas trafegassem fora dos mares do norte.






3 A morte de Cromwell, em 1658, desencadeou uma nova onda revolucionária na Inglaterra, pois seu filho e sucessor, Richard, não conseguiu ter a mesma força política do pai. A situação na Inglaterra só se estabilizou em 1688, com a chamada:
a) Revolução Anarquista.
b) Reforma Anglicana
c) Revolução dos Navegadores
d) Revolução Gloriosa
e) Revolução Industrial


4-(Unesp-SP) … o período entre 1640 e 1660 viu a destruição de um tipo de Estado e a introdução de uma nova estrutura política dentro da qual o capitalismo podia desenvolver-se livremente.
HILL, Christopher. A Revolução Inglesa de 1640. Lisboa, Presença, 1981.
O autor do texto está se referindo:
a) à força da marinha inglesa, maior potência naval da Época Moderna.
b) ao controle pela coroa inglesa de extensão de áreas coloniais.
c) ao fim da monarquia absolutista, com a crescente supremacia política do parlamento.
d) ao desenvolvimento da indústria têxtil, especialmente dos produtos de lã.
e) às disputas entre burguesia comercial e agrária, que caracterizavam o período.

Atividades 1, 2 e 3 (1°Anos A,B,C,D e E ) História 2° Bimestre Professor Eduardo Guerreiro

 

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Ativ. 1 

1. Observe a gravura:



A partir dessa imagem, estabeleça a relação presente entre o assassinato de Francisco Ferdinando e o começo da Primeira Guerra Mundial.



2 .Observe a foto destes soldados britânicos entrincheirados durante a Primeira Guerra Mundial.



Com base nessas informações, responda:

a) Identifique as duas fases que marcam os conflitos da Primeira Guerra Mundial.
b) Descreva as dificuldades experimentadas pelos soldados que lutaram nas trincheiras da Primeira Guerra.


3.   (Ufmg 2002) Observe esta figura:





As imagens reunidas nessa figura expressam dois
momentos significativos da vida econômica e social norte-americana: a riqueza dos anos 20 do século XX, traduzida
pela crença otimista no modo de vida americano - "o
american way of life" -, popularizado durante o "New Deal",
e a depressão econômica dos anos 30 do mesmo século,
com suas enormes filas de pobres e desempregados.
Esses dois momentos estiveram relacionados à 
*Observe a foto Anexada 
a) alta crescente dos preços agrícolas, que impediram o
deslocamento do poder aquisitivo para a compra de bens
industriais e serviços.
 b) decisão norte-americana de reduzir o ritmo da produção
industrial e agrícola alcançado no período da Guerra de
1914-1918. 
c) expansão da oferta de mercadorias, da publicidade e da
indústria do lazer favorecidas pelo crédito fácil e aliadas à
especulação com ações. 
d) onda puritana que fortaleceu o espírito de poupança,
contendo os investimentos da classe média e do
operariado.



Ativ. 2 

1Muitos estudiosos de textos míticos e religiosos, como o romeno Mircea Eliade, assinalam que há uma diferença crucial entre o modo como a tradição clássica, greco-romana, e a tradição judaico-cristã veem o tempo humano. Essa diferença consiste no fato de que, na cultura clássica e na cultura judaico-cristã, prevalecerem, respectivamente, as concepções:
a) do tempo reencarnado e do eterno retorno.
b) do desenvolvimento linear e da eternidade cíclica.
c) do eterno retorno e do tempo cíclico.
d) do desenvolvimento linear e do eterno retorno.
e) do eterno retorno e do desenvolvimento linear.


2Leia o texto e, a seguir, assinale a alternativa correta:
No século XIX não é mais o poder despótico dos reis que tem que ser derrubado, é essa nova instância onipotente, a força da necessidade histórica, que se levanta para determinar o curso dos acontecimentos. Contrariando a ideia humanista da Iluminação que postulava o poder glorioso da razão humana, o que anuncia a filosofia de Hegel é um novo Absoluto: do Bon Plaisir do rei ao Ukase inelutável da lei histórica – um processo imanente e irrevogável que os novos profetas procuraram interpretar e predizer como autênticos sacerdotes do mistério divino. (PENNA, José Oswaldo de Meira. O Espírito das Revoluções: da Revolução Gloriosa à Revolução Liberal. Campinas, SP: Vide Editorial, 2016. p. 161).
Levando-se em consideração os principais acontecimentos que caracterizam o século XIX, é possível dizer que Meira Penna em “derrubar a força da necessidade histórica” faz referência:
a) à concepção de tempo dos reis absolutistas, que pregavam a demolição dos privilégios aristocráticos e clericais.
b) à concepção de tempo clássica, que vigorava nas antigas civilizações grega e romana e que teve seu retorno no século XIX.
c) à concepção de tempo revolucionário, nascida com a Revolução Francesa e que se disseminou no século XIX.
d) à concepção de tempo na Idade Média, na qual os sacerdotes esperavam pelo Juízo Final, pelo fim dos tempos e pela reintegração do Homem com a Eternidade.
e) à concepção de tempo cíclico, herdada da cultura indiana pelos intelectuais europeus do século XIX.


3Leia o texto e, a seguir, assinale a alternativa correta:
O homem não passa de um caniço, o mais fraco da natureza, mas é um caniço pensante. Não é preciso que o universo inteiro se arme para esmagá-lo. Um vapor, uma gota d' água, é o bastante para matá-lo. Mas, quando o universo o esmagasse, o homem seria ainda mais nobre do que o que o mata, porque sabe que morre; e a vantagem que o universo tem sobre ele, o universo a ignora. (PASCAL, Blaise. Pensamentos, XI).
O texto do matemático e filósofo Pascal diz que o homem é nobre porque sabe que morre. “Saber que se morre”, do ponto de vista da temporalidade humana, do tempo propriamente histórico, quer dizer:
a) ser meramente animal, como todos os outros.
b) não ser consciente da morte, como é o universo.
c) ser inteligente é ser imortal.
d) ter consciência da própria finitude.
e) não conseguir dominar o universo.


4(Aprender – adaptado) Em 1932, o governo estadunidense de Franklin Roosevelt empreendeu um plano econômico para controlar a crise econômica iniciada com a quebra da bolsa de valores em 1929. Como esse plano ficou conhecido e qual sua principal característica?
a) New Deal, propôs a intervenção do Estado na economia.
b) Plano Marshall, desenvolveu a economia investindo na recuperação europeia pós-Primeira Guerra.
c) Doutrina Monroe, expandiu o mercado para a América Latina.
d) Doutrina Truman, evitou a expansão do comunismo.
e) Macartismo, promoveu uma reforma política no país.


Ativ. 3 

1(Pucsp) "O trono real não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus. Os reis são deuses e participam de alguma maneira da independência divina. O rei vê de mais longe e de mais alto; deve acreditar-se que ele vê melhor..." (Jacques Bossuet.).
Essas afirmações de Bossuet referem-se ao contexto:
a) do século XII, na França, no qual ocorria uma profunda ruptura entre Igreja e Estado pelo fato de o Papa almejar o exercício do poder monárquico por ser representante de Deus.
b) do século X, na Inglaterra, no qual a Igreja Católica atuava em total acordo com a nobreza feudal.
c) do século XVIII, na Inglaterra, no qual foi desenvolvida a concepção iluminista de governo, como está exposta.
d) do século XVII, na França, no qual se consolidavam as monarquias nacionais.
e) do século XVI, na Espanha, no momento da união dos tronos de Aragão e Castela.


2Luiz XIV, da França, foi considerado o modelo de monarca absolutista. Sua expressão “O Estado sou Eu” traduz uma premissa básica da formação do Estado Moderno, que é:
a) o rei como aquele que não intervém no Estado.
b) o rei como o primeiro cidadão do Estado.
c) o rei como aquele que apenas simbolicamente tem poder político.
d) a generosidade do monarca para com os seus súditos.
e) o rei como fonte da soberania nacional.


3Os Estados Nacionais Português e Espanhol só se consolidaram efetivamente a partir do século XV. A formação desses dois Estados, que se localizam na Península Ibérica, está relacionada diretamente:
a) à aliança com holandeses, que venderam os seus domínios para ambos os Estados.
b) à expulsão dos muçulmanos da Península Ibérica.
c) ao acordo com o califado de Córdoba, que cedeu territórios para a criação desses Estados.
d) ao acordo com o Império Romano, que até então dominava a região.
e) à Reforma Protestante, que mudou completamente os hábitos religiosos da Península Ibérica.


4“Significa uma união entre um mesmo povo com um sentimento de pertencimento e de ligação entre si, compartilhando, muitas vezes, um conjunto mais ou menos definido de culturas, práticas sociais, idiomas, entre outros.”
Esse fragmento explica um conceito importante da análise espacial. Que conceito é esse?
a) Estado
b) povo
c) território
d) nação
e) país








Atividade 3 2° Bimestre (9° Anos C e D) Professor Eduardo Guerreiro História

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1 Como forma de justificar a dominação dos continentes africano e asiático, as potências europeias valeram-se de teses científicas da época que pregavam a superioridade da civilização europeia com relação às demais. Essas teses foram difundidas pela doutrina do(a):

a) Liberalismo
b) Mercantilismo
c) Estamento Burocrático
d) Sociobiologia
e) Darwinismo Social


2 Podemos dizer que o neocolonialismo, no continente africano, produziu efeitos como:
a) o confronto entre os reinos de Songhai e Mali.
b) o alto desenvolvimento tecnológico de regiões como o Zaire, ou Congo Belga.
c) a exportação do modo de vida africano para a Europa.
d) as Guerras dos Bôeres.
e) a divisão territorial africana de acordo com cada tribo e etnia existente.


3 A industrialização acelerada de diversos países, ao longo do século XIX, alterou o equilíbrio e a dinâmica das relações internacionais. Com a Segunda Revolução Industrial surgiu o imperialismo, cuja característica marcante foi o(a):
a) substituição das intervenções militares pelo uso da diplomacia internacional;
b) busca de novos mercados consumidores para as manufaturas e os capitais excedentes dos países industrializados;
c) manutenção da autonomia administrativa e dos governos nativos naquelas áreas conquistadas;
d) procura de especiarias, ouro e produtos tropicais inexistentes na Europa;
e) transferência de tecnologia, estimulada por uma política não-intervencionista.


4 O Império Chinês, sofrendo pressões de vários países, foi obrigado a ceder algumas partes de seu território a países europeus. Um desses territórios, em poder do Reino Unido, foi devolvido ao governo chinês no século passado (1997). Trata-se do território de:


a) Cingapura
b) Macau
c) Taiwan
d) Hong Kong
e) Saigon